Este Grupo de Trabalho propõe tratar os desafios para a implementação da educação antirracista nos currículos dos cursos de licenciaturas Pedagogia, Geografia, História, Ciência Sociais e áreas afins. Serão aceitas propostas que busquem refletir discursos e práticas antirracistas vivenciadas por professores e alunos da Educação Infantil, sobre os trabalhos que abranjam o campo da educação das relações étnico-raciais, relativos aos temas: vivência escolar, ludicidade no processo educativo, infâncias, identidade, ancestralidade, diversidade, memórias afetivas, "escrevivências", multiculturalismo, decolonial, práticas de artes antirracistas na educação infantil, práticas e experiência com literatura infanto-juvenil afro-brasileira e indígena na educação básica.
Serão acolhidos também pesquisas e relatos de práticas pedagógicas sobre a inserção da Educação das Relações Étnico-raciais (ERER) e História e Cultura Afro-brasileira, Africana (10.639/03) e História e Cultura Indígena (Lei 11.645/08) nos cursos de Pedagogia, Geografia, História, Ciência Sociais e áreas afins sobre os seguintes temas: políticas educacionais, currículos, pesquisas e práticas no Estágio Supervisionado e no PIBID e Residência Pedagógica.
Este Grupo de Trabalho tem como objetivos integrar e debater pesquisas sobre os conhecimentos fundamentais relativos à área de ensino de Geografia; à formação do professor de Geografia; às políticas curriculares da Geografia (Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos) e ao desenvolvimento profissional do docente na área sob uma perspectiva emancipatória, inclusiva e antirracista; incluindo:
Este Grupo de Trabalho busca reunir pesquisas que investiguem as desigualdades socioespaciais a partir de um recorte racial, com especial atenção às questões ambientais e ao papel das geotecnologias e pesquisas aplicadas no enfrentamento desses desafios. Acolherá trabalhos que discutam os impactos da crise climática sobre populações periféricas, quilombolas, indígenas e ribeirinhas, bem como as dinâmicas de exclusão territorial no campo e na cidade. Serão especialmente bem-vindas abordagens técnicas e interdisciplinares sobre temas como: mobilidade urbana, moradia, favelização, neoliberalismo e racismo, movimento negro, racismo fundiário, violência e conflitos socioambientais. Nesse contexto, as geotecnologias são ferramentas estratégicas para análise territorial, monitoramento de áreas de risco e formulação de políticas públicas mais inclusivas e sustentáveis.